Sem antes despertar

Foto por Ian Beckley em Pexels.com

O sábio do castelo encantado, sairá em peregrinação, e saberá conduzir a sua afirmação ao insalubre cotidiano que marca.

E sabedor de todas as sintonias afetivas, procurará o seu olho caolho, disposto a engajar na caminhada rumo a visão, a luz.

Por quantas vezes mais vou colocar toda condição máxima, a minha retumbante e miserável observação?

Não quero ser um hipócrita em cima de cadavéricos corpos carcomidos.

Vejo a indicação da retórica, caminho em linha reta, e filosofo em português, tamanha eloquência da minha língua, que saboreia os auditivos caminhos sonoros de quem está por perto.

Venho aqui a minha liberdade, vendo ela, largo ela em qualquer esquina.

Trôpego, vou ao enontro do memorável destino.

Finco aqui a minha objetividade.

lá se foi há muitos anos.

Aguardo, sem mais a compnhanhia da auto-piedade, o seu deslumbrante retorno.

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