O hemisfério dos sentidos

Foto por Felix Mittermeier em Pexels.com

Vou subir até a última plataforma de oxigênio.

Vou submergir.

Até onde sei, os calientes momentos foram insignificantes diante de tantos significativos da outra parte.

Não irei obter o perdão dos mortais.

O perdão dos Deuses.

Sou apenas a quarta parte de um anunciado momento de tantas e tantas reflexões.

Vou voar como pássaro, tão errante e tão divino como o explendor de voar.

Os bosques e os verdejantes caminhos, só me fazem saber do quanto é lindo o horizonte.

A beleza de poder voar.

Como pássaro divino, uma harpia de metal, encobrindo os meus olhares plenos.

Agora, destilando o caminho da destreza, quero saborear o alívio de quem ficou atormentado por alguns instantes.

Quero voar.

Alcançar a imensidão.

Por qui, ao menos por mim, um silêncio que me traz paz, pois sereno estou, e quero levar com serenidade o resto do meu tempo.

Por aqui.

Neste hemisfério de sentidos.

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