Plenamente sóbrio

Foto por Magda Ehlers em Pexels.com

Quase que abandono as minhas metas insalubres, daquelas que me levam ao perverso caminho da fatalidade.

Uma vez mais, segui por entre correntezas e percorri uma imensa pista, para chegar ao retunbante início de tudo.

Para ter mais obstáculos, é preciso obter a permissão para o triunfo, e quero estar nele quando este final anunciado acontecer.

Uma vez mais terei contra mim a retomada das diretrizes adjuntas da vaidade.

Da vaidade me fiz refém de mim mesmo, um espelho sempre para segurar os meus pesadelos, depois de quebrado, mostrar a minha verdadeira face.

Fui eu mesmo nos diretos e ilusórios caminhos.

Me vi em reta de chegada.

Sucumbi na plena morte anunciada.

Hoje apenas rezo pelos meus, e peço que tenham compaixão de mim mesmo, pois sou refém desta natureza perversa.

Vamos lá, a vida não é feita apenas de dissabores, quero me perpetuar neste hemisfério da controvérsia.

Não serei mais o refém de toda uma sociedade incompreensível, quero apenas o meu espaço roubado.

Para poder comungar com os meus, mais uma vitória neste universo negro de vaidades.

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