Tradicionalmente

Foto por Edvin Richardson em Pexels.com

Ratificando a minha identidade perante o semblante desesperado no horizonte, me vejo na construção do divino e abençoado universo.

Posso estar um pouco complicado neste simbólico mundo de controversas situações, mas vou adiante respirar o ar rarefeito que me foi presenteado.

Tento respirar, tento buscar mais um pouco de ar rarefeito, no meu pulsar defino as metas a serem traçadas.

Quero o tradicional esforço do meu inesperado momento, vou ao encontro das ínfimas partes do desconhecido.

Por mais e mais vezes me vi na contra-mão do descaso alheio.

Mas puxei o protagonismo para mim, e fiz uma transbordante idéia de que tudo poderia valer à pena.

Com esse protagonismo, elevei o meu espírito a conquistas interplanetárias.

O universo se mostrou para mim, eu tive que devorar ele.

Cada pedaço de mundo me veio para que eu pudesse obter o demasiado perdão, pois se perdoei o mundo, espero do mundo o seu perdão também.

E a nave partiu para a imensidão do universo, tão límpido, tão desbravador.

Fico apenas ressabiado dos caminhos tortuosos em que tive que passar.

Momentos insólitos.

Momentos breves.

Até onde sei, sou a metáfora do meu raciocínio.

E dela me faço poeta das palavras insanas.

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