O teatro do absurdo

Foto por Mudassir Ali em Pexels.com

Teria eu de fazer mais de uma vez, uma oração para que todos os “meus” se encontrem na perfeita harmonia?

Quantas vezes mais terei de orar por todos?

O fato de vivermos dentro de uma harmonia divina, nos eleva aos cantos da infindável teoria do amor pleno e absoluto.

Ando um pouco cabisbaixo.

Meu ritmo anda na leveza de uma canção qualquer, mas que tenha o timbre da incerteza.

E nela me agarro agora, quero demais sentir o arrepio de uma só agonia.

O mártir do meu dizer, é pleno e absoluto, não suporta as desavenças do orgulho, aquele que não vem bem acompanhado de ninguém, ao menos um participante deste teatro do absurdo.

Volta e meia me pego condizente com o raciocínio são.

Aquele que colocamos dentro de uma metáfora boba, e depois colocamos dentro de uma perfeição linguística, aquela sem nehum estado de alteração gramatical.

Da palavra se fez comício.

No teatro dos absurdos.

Na terra dos Deuses, os de momento, tão frágeis e tão vergonhosamente sem virtudes, ao menos uma delas, poderia ser o da misericórdia.

Para sempre e sempre.

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