Felicidade no gatilho

Foto por Sebastian Voortman em Pexels.com

Retomando os argumentos de que a felicidade é efêmera, torno a redescobrir que o passe da magia da felicidade é um dispositivo raro para mim.

Um ideal de convenções sobre a personificação de um encontro, acontece uma vez em dez.

E essa raridade representa uma ínfima parte do destino.

Destino puro, abençoado, destino pueril.

Tendo em vista uma conformidade com a razão, parto do pressuposto de que o alívio da felicidade, é passar brevemente por cada um de nós.

Não vou adiantar as minhas catalogações sobre a perfeição que completa o humano, prefiro reduzir a carga de possibilidades positivas.

Vou ao encontro da fortuita benção.

E ela, é apenas a porta para a felicidade.

Que não precisa de retoques, é consistente e vem com prazo de validade.

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