Elevado como a razão

Foto por Pixabay em Pexels.com

Todas as vezes que me coloco na contra mão da virtude, me pego com a xícara na mão, esperando por um pouco de café.

As mudanças são bem vindas.

Todo processo de alteração de ares para se respirar, necessitam de uma falta de lógica, aquela que nossos desejos então carinhosamente embutidos.

O sentimento de reciprocidade, todas as vezes que conseguimos comungar das mesmas idéias, inebriar-se nos quânticos atmosféricos do prazer.

As idéias são duradouras enquanto presentes no mesmo inventário de elaboradas situações.

Quero a máxima para permanecer sóbrio e aproveitar mais os pecados da vida.

Nunca antes poderia me sobressair pelos exemplos mal dados, os mesmos que me levaram a reter o meu apaixonante sopro que vem à galope.

Quero respirar novos ares, vou assimilar tudo o que um dia pudesse supor que iria perder.

O imaginário de idéias fora de sintonia, nunca antes possível de se imaginar.

Rogo pelo vento solto, quero navegar por entre as nuvens de fumaça, que cegam o meu caminho, mas que sou refém dos seus efeitos.

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