A dor do submundo

Foto por Pixabay em Pexels.com

As entrelinhas de um mundo beirando ao caos, deixa o reflexo turvo, um estorvo no sentido amplo da palavra.

Por mais que se receba o cálice sagrado, bebo dos infortúnios da vida.

As palavras sacras me remetem a uma adjetivação da sintonia com o caos, desde o Apocalipse ao bem aventurado e sagrado Santo Graal.

Um começo de vida remete aos pecados de uma vida passada, onde é trazido à tona todos os infortúnios do anunciado viver, onde se carrega a fortuna do pretérito.

E ela vem carregada com o elementar pacote de cada ser.

Eu carreguei o meu, e trouxe muito “carrego” para a minha atual vida.

Acredito demais nos universos paralelos, nas vidas paralelas, onde se pode reverter os insucessos de outrora.

Carrego comigo um revés medonho, e possuo a clarevidência de que tenho que transformar tudo em minha volta.

Para ter uma vida de reestruturação.

Quero pagar os meus pecados, e essa vida terrena, o real purgatório, é onde eu irei me redimir de todos eles.

Numa futura vida, irei evoluir como ser, como espécie, como alma.

O Verbo, é a essência da minha comunhão, saboreada com o gosto da hóstia sagrada.

Vou evoluir, sim, mais do que esperava.

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