Fogo onde há brisa

Foto por Tuesday Temptation em Pexels.com

Onde a parte mais íntima de mim perdure no dizer afirmativo, independente de haver uma razão para a semente fincar nos alicerces de seu espectro vegetal.

Um relapso tempo que não volta mais, condizente com o que reluz, paro pra observar as minhas idéias dentro de vários ideais.

Vou com o tempo, ele me levará ao abismo social.

Já recuperado de mil devaneios, aguardo a minha verdejante e momentânea esfera de sentidos, acalentar o meu acelerado coração.

Possuo mil faces diante de uma tempestade.

Vou ingerir aquele que me fez de tempo passado, para conseguir dar uma guinada no presente e me apresentar ao futuro.

Do tempo nada mais sei, as palavras são como estrondos neste calendário de papel, colocado na frente do relógio da vida.

E aguardo os ponteiros darem a fatídica combinação com a meia noite, espero assim, a minha morte chegar.

Para sempre…

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