Minhas íntimas perfeições

Foto por Steve Johnson em Pexels.com

Relembrando os fatos que me fizeram chegar onde cheguei, gosto de sempre estar com a consciência serena para que os pensamentos possam fluir.

Escrevo agora descompromissadamente na calada na noite, o silêncio é o meu maior companheiro, estou experimentando a brisa que tanto busco.

Lembro-me perfeitamente que, quando resolvi começar a escrever livros, achava que sozinho faria melhor.

E de fato o fiz.

Hoje possuo sete títulos, cada um com o seu grau de importância.

Mas sei que a literatura não tem tempo, e o oitavo está guardado nos arquivos de meu computador para participar de concursos literários.

Sou fácil de escolhas.

Minha literatura é solta, livre, libertina, agressiva por vezes, e o fato é que sempre deixo um leitor órfão de mim.

Me pergunto por quanto tempo andei perdido, mas logo penso que fora justamente nos momentos perdidos que mais criei em termos de literatura.

Vou na calada da madrugada…

Deslizo por entre linhas, espero o amanhecer, os novos horizontes que irei desbravar.

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