A motivação divina

Foto por Alem Su00e1nchez em Pexels.com

Como amanheci com medo do futuro, hoje em dia tenho pena da minha antiga culpa por não ser a minha espécie rara de múltiplas escolhas, a sabedoria personificada em tormentos.

E dos tormentos conheço demais, eles estão me aterrorizando, estou ficando fraco.

E essa fraqueza, tendo em vista os mínimos espaços de culpa, tenho que retribuir para um todo, complexo e inviolável espectro de luz.

Estou com a mente turva…

Não posso mais angariar os meus atributos iluminados, quero demais a espécie rara, tento me elevar a sua sagacidade.

Por enquanto tenho apenas que esperar.

A morte de terceiros me fará mais que um mísero pedinte, tento me equilibrar neste mundo imperfeito.

Queria ter o perdão.

Perdão por não ter culpa da minha existência.

Perdão por ter nascido e por ter perdoado o mundo, e ele ainda não pediu o perdão para mim.

Essa maldita humanidade.

Humanidade escrota que me fez refém de mim mesmo.

Sim, e se sou refém de mim mesmo, não posso em hipótese alguma saber que terei apenas a minha fé, pois ela não é suficiente.

Apesar disso, a minha fé votou.

Sei que passarei fome e necessidades.

Mas estou acompanhado, e ele é o meu pecado, estou acompanhado do meu pecado, o pecado da carne.

Sim, saberei retribuir a todos os que estão aplaudindo o meu fracasso, uma estrondoros vitória!!!

Ela virá, apesar das minhas dificuldades em ser uma espécie rara, tão rara é a minha essência.

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