Da fortuna a relatividade

Indaga-se quantas vezes eu perguntei a mim mesmo o real sentido da abstração dos perpétuos momentos alinhados com a metáfora.

Metaforicamente, somos despejados diariamente em esgotos que possuem válvulas de propulsão atômicas.

Bem certo de que estaria todas as vezes me denominando uma espécie rara, os fenômenos ecológicos demosntraram que eu possuía na verdade um desejo íntimo, dentro da natureza vigente.

Tinha estado em sentimentos que me ocasionaram grandes perdas, mas mantive a rota do dissabor, e galguei alguns degraus a mais.

Notadamente eu fiz uma espécie de controle de uma paz anunciada, me recolhi dentro do meu introspectivo refúgio.

Agora, mais pacificado, enxergo uma rota de colisão da substância que me faz feliz com a infelicidae pura.

Nunca antes havia vivido momentos tão solitários..

Agora me pergunto: quantas vezes mais eu estarei à espera de um verdadeiro milagre?

Sim, milagres acontecem, e eu estou aqui para permitir que isso de fato ocorra.

Quero saborear o gosto da vitória, falta pouco…muito pouco para eu subir no pódio novamente.

Solitário, vou de encontro à luz!!!

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