Como esquecer do passado?

Abreviando os momentos do agora, tendo em vista a superposição da minha imagem, adultero o Verbo indigesto das questões fundamentais.

Olho como o advento do espectro, indiguino minha arte sobreposta.

Estou à mercê de encontrar-me com o meu passado…

E nele ignoro as verdades absolutamente insanas.

Não quero mais acordar no olho gordo do furacão…

Os dejetos foram postos para fora. Faço de mim a comunhão devastadora da razão.

Sou livre…e minha liberdade não tem preço!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s