Os obsoletos pecados da convivência

Por mais de uma vez estive aprisionado por seus encantos.

Hoje apenas me falta a oportunidade de dizer que o amor não é tão romântico assim.

Não, de fato a convivência, todas as formas de driblar o dia a dia, me deixa convicto de que nos levam a uma conduta estacionada.

Não evoluímos, de fato ficamos estagnado.

Estou maravilhado com tudo o que me é mostrado.

Colocamos um tabuleiro de xadrez…venham todos jogar uma partida comigo, a estratégia de raciocínio é para dar um xeque-mate de Bispo.

Vou mergulhar em solo de lama…não quero mais o perdão.

A minha meta agora é descansar, solitariamente, o elo que sempre nos uniu, quebrou.

Agora apenas é separar o corpo da alma, o mistério chegou ao fim!

O que sempre nos uniu agora é passado. Estou preparado para essa jornada…sozinho…como vim ao mundo.

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