Uma ode ao fantasmagórico

Por todos os santos e demônios materializados no tempo vindouro, quero obter o perdão dos povos, quero meu salvo conduto para poder sobreviver.

Um pouco mais aliviado com a substituição da sentinela que guarda as chaves da minha vida, observo como posso ir aliviado ao caminho a plenitude.

Vamos lá, um pouco de sobriedade nesta vida ingrata, serenidade é palavra de vez.

Vamos todos esperar uma ínfima parte da aventura do tremendo enlace entre a culpa e a verdade.

Vou de encontro com as minhas metáforas, quero as todas entendidas em meu tabuleiro de xadrez.

Por hora tenho a alegria de um fidalgo entrelaçado com a sua fidalguia.

Por todos os iluminados, por todos os sentimentos e sentidos, eu sou ar que se respira, que se leva para a posteridade.

Por hora, apenas por hora, a sentença demora para ser cumprida. A minha, ela está em fase de observação, minha liberdade faz parte das minhas metas.

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