De carona no cometa

Foto por Alex Andrews em Pexels.com

É bem certo que eu utimamente tenho teclado sempre do meu elular. É prático, estou com ele para fortografar e postar.

Mas gosto também de escrever do meu laptop, hoje é raro eu fazer isso, como agora, sim, gosto bastante também.

Há tempos eu estava de carona num certo torpor cerebral, a brisa que tanto falo, e de repente, caí em uma realidade sideral, bem além do imaginado.

De lá me fiz poeta das intransigências humanas, me sobressaí, escapuli e peguei carona no rabo do cometa azul, que me levou para uma constelção insana.

E daí, tudo se transformou em piedade, piedade pelos meus, aqueles que me sacanearam também, sim, eu já os perdoei também.

Procuro, nessa carona, além de conforto para os meus instintos devastados, uma suavidade na reta de chegada, a mesma que consigo quando estou em situação orgástica.

Portanto pretendo assumir o meu papel nessa sociedade de fantoches, fazer o jogo dela mesmo, e absorver tudo que há de realidade nesse mundo.

Portanto estou de volta, e não preciso mais de pensamentos passados destrutivos, os mesmos quer me levaram a uma reflexão negativa da vida.

Escapuli também desses pensamentos, estou leve e suave, quero penetrar nesse mundo inventado pelas pessoas. Quero jogar o seu jogo, adoro esses jogos de azar, calculo sempre a sintonia de minha frequência quando jogo os dados.

Passada mais uma rodada, estou vivo, esperando quaisquer acontecimento fortuito. Estou mais que preparado, me divertindo, a reta de chegada não é mais uma meta, é apenas um detalhe.

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