Da minha rede…

É madrugada.

Da minha rede vejo esse prédio.

Mas vejo tantas coisas, tantas coisas mais?

É preciso estar com a condição de observador semiótico, para se observar as nuances e plataformas intelectualizadas no bastidor da percepção.

Volta e meia estou com a vista embaraçada. É a fumaça do meu cigarro que está na minha boca enquanto digito.

Percebo imediatamente um aroma infidavelmente tóxico e ao mesmo tempo viciante.

Estou bem pessoal. Acordar de situações prazerosas não tem preço.

A madrugada é amiga.

A madrugada é louvor.

Estasiantemente espero pelo incondicional, pelo casual, afirmo a vasta moldagem do meu pressuposto…

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