Arbitrariamente significativo

Quero por uns instantes o meu pesar pelas vítimas do medo, aquele que chega sorrateiro e te consome por completo.

Uma vez mais vou caminhar rumo a anestesia que me fará condutor do meu plano de vida, uma vez mais serei vítima da solução prodigiosa.

Agora, mais aliviado, por que por um momento tive medo da vida.

A vida se apresenta como um enigma a se decifrar, queria por todos os anexos dentro de uma vala sem tamanho, sem fim, para transbordar em emoções, aquelas que nos levam à nocaute.

Sereno, a serenidade me acompanha. Tenho mais um tempo a refletir nos parâmetros de minha evolução individual.

Antenado no metafórico momento de dizer com entusiasmo que a revolução aconteceu, foi feito uma auditoria interna, dentro dos mais sombrios nervos pensantes, e se retirou toda a engrenagem que não estava funcionando.

Agora, uma mente solta, leve como deveria ser, solta como a temerária fadiga possa interpelá-la.

Momentos, eles sempre existirão, só aguaro o meu, o próximo, para poder perpetuar a minha razão, tão convicta como um apaixonante pensamento de aventura, pois a vida é uma aventura, por demais deliciosa, cheio de obstáculos que são digeridos da forma como se quer encarar.

Encaro portanto, todos os desafios que me aparecerem, com muito entusiasmo.

Estou solto, como deveria sempre estar.

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