Agora não tem volta…

Fiel ao matrimônio da clássica sinergia com o ambulante desejo de se partilhar um sublime despertar, vivo na masmorra de pensamentos, muitos deles temerário.

Por onde esteve meu juízo nesses dias?

Estive pensando se nunca estive realmente insano, ao ponto de tripudiar do meu comportamento.

Agora não tem volta…

Já encomendei a minha sorte, e ela me levará a plácida estória, me remeterá a minha reputação.

Por um momento fui rei, e nessa realeza, nunca desfrutei de paz. Paz para mim mesmo.

Agora vou voar como ave de rapina.

A carne podre e putrefata será meu alimento.

Servirá de meu banquete.

Para sempre, vou voar…

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