Oásis mentais

Gostaria de deixar claro que me alimento e me projeto nas múltiplas condições de sobrevivência.

Sou sorrateiro quando precisa ser…

Me liberto de quando estive aprisionado. Não remeto aos indigestos pecados mundanos, purificados pela sabedoria intransponível do ermitão.

Maldito sem delongas.

Fui mártir um dia, o rebento saiu do ovo da serpente, e de fácil alimentação, virou discórdia nas reberveradas filas de um bazar qualquer.

Estou solto, mas a minha condição de forasteiro não me negará um copo de cerveja.

Por agora, apenas agora, me liberto dos anseios de vida.

Faço da degola meu sacrifício de vida.

Brinco com as palavras por não as ter para o controle dos dados periódicos.

Enlouqueço com a sagacidade juvenil.

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