Onde rege a luz!

As fronteiras do meu cérebro subdividem várias pedaços de jasmim com mármore.

As elevadas consistência no pensar…no pesar…do pertencer a essa mágica essência de um cúbico Engedron.

E esse duende passou a não mais atender às chamadas interpessoal de seguidores que ele administra.

Demasiado pleno. Estático. Moderado.

Espiritualmente sendo senso e sendo sincero, eu produzo substâncias equivalentes a nossa paz anunciada.

E essa paz, que reluz é que ascende, viverá eternamente vigiada por manifestantes e sub condutores.

Variáveis. Indistintamente…

Possíveis acertos entre a cósmica fronteira e o mármore da sabedoria, duas que por átomos magnéticos, não explicam a teoria certa para que todos possam aprender a consumir?

Viverei mais três dias.

Uma dose de cachaça Carvalheira. A mais forte entre todas.

E um alívio etílico para somatizar com os possíveis regressos.

Estou vida! Estou cósmico!

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