Adonai! Adonai!

Inversamente em meus pensamentos rogo a pérola do primeiro contato de terceiro grau. De fato foi magistral.

Um humanoide de Zeta Ursae Majoris, uma estrela de Ursa Maior, conhecido como Pordemovid, acabou aterrissando num campo indígena na Amazônia.

Os índios já catequizados pela imposição do catolicismo gritaram Adonai! Adonai!

E Pordemovid levou a esperança, pois um de seus artefatos de defesa era um cajado quântico, dado a Tumiraquin, o líder do local da descida, o pajedo povo abençoado.

Um encontro com a civilização tupi-guarani.

E esse cajado ficou com Tumiraquin. Ele levou a magia para todos, alento para catástrofes naturais.

O cajado era mágico.

Na chuva forte mantinha uma cobertura magnetica e o povo se acobertava nela. No terremoto uma onda eletromagnética protetora.

Adonai! Adonai!

A magia extraterrestre ficou lá. Pirâmides construídas na antiguidade foram mais um motivo de concentração em festas de adoração.

O universo ficou auspicioso.

O sentimento de divindade ficou encoberto.

As orações pluramisticas retomaram numa corrente sólida, entre povos e inimigos, unidos na mesma fé!

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