Submersos Submergidos

Acordei depois de cem mil anos.

Me vi amparado pela casuística simulação de detentor da chave da brisa universal. Vou devagar. O terreno é plano.

Vivo na constância das minhas medidas. Vivo plenamente.

Outras paragens eu devo ir.

E assim farei com abundância no dever pleno. Constância no pendor absoluto. Estigmatizado pelo apocalíptico desejo do próximo.

Assim farei.

Vou sair de Ursa Maior. Segurei meu destino sem limites pré-estabelecidos.

Seguirei sem destino. Vagarei pelas cósmicas possibilidades de conforto. Quero atingir a máxima essência que me faz pleno.

E sem destino fui. Fui no intuito se não mais reverberar o antagônico estilo de parceria social? Dejeto pelos próprios costumes?

Seguindo forte me deparo com o mistério. Ele. Insinuoso. Ascendente. Psicossomático. Aterrador.

O palco foi armado.

O redentor está por vir.

Estarei à espera. Suave, sereno.

Rumando na essência do nascimento pormenorizado do saber, que comanda a turbina reversa da vida, vagarei agora sem critérios.

Sou dono de mim mesmo.

Átomos e prótons sem critério…

Publicidade

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s