Espíritos Póstumos

Mil anos esperando a luz.

Nas trevas completa e absoluta.

Nem o vento que sopra ao sul da constelação de Andrômeda pode colaborar com o estado negro em que eu me encontro.

Pássaros negros.

Pássaros de prata!

Naves espaciais de metal, que quando sobrevoava os planetas que existem vida, parecem pássaros prateados mandados por Deus.

Eram os Deuses astronautas?

E assim nascia as religiões.

As adorações.

Uma vez mais me pergunto sobre o dinamismo dos que vivem e acreditam num plano superior, partindo do princípio de seres de carne e osso.

A divindade se faz passar por esotérica.

Mas a divindade não é esotérica.

A divindade sente dor. A divindade é de carne e osso. A divindade sabe que seu poder emana, mas pode haver uma ruptura.

O cósmico, a diversidade de situações dos que sobrevoam povos primitivos, pode ser comparada com o mito suprassumo de Cristo.

Ando e abençoo as pessoas que por mim proclama reverência.

Se sou referência, que seja com elegância.

Sirvo de mito.

Me faço de poderoso, mas sangro como o sagrado. Sangro, mesmo que com minha armadura de metal.

Sangr, mesmo que descendo de uma nave espacial, com um futuristico capacete. Mesmo não saindo para caçar.

Porque sou divindade humana e cósmica.

Perene.

Sensível.

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