Pássaros e pêssegos

Eu sei que todos os momentos da nossa vida são inversamente proporcionais ao tamanho que temos em relação à felicidade.

A felicidade fere também…

Mas a felicidade, ela é o passado que se perdeu, o mesmo que não volta mais. Ela fere as lembranças da fortuna.

Um novo compromisso com a verdadeira e cômica espátula de vidro, que não pinta, mas que quebra, esfarela e corta.

Frentes interpretativas.

Desdém imaculado.

Foram-se os momentos de crise em relação ao que foi assinado o contrato.

Sigamos…

Na certeza de que para ser feliz, é necessário uma amplitude a mais no cotidiano. Deixá-lo bem cheio na agenda.

Uma agenda cultural, por que não?

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