O sonho de Osíris

Por mais que tente acordar certo de que minha visão turva não definiu o meu pesadelo, tento acordar e lutar contra os meus pensamentos destrutivas.

Sonhei um embate.

Duas forças comandavam ele. O mal, chafurdado na lama, contra o caos do bem, que anda em sincronia com o mal.

E Osíris acompanhou o embate.

Dele seriam tomadas as decisões para os vencedores ou o vencedor dentro de antagonismo de sentimentos.

O mal perdeu.

Todos os pensamentos de Osíris perpetuaram a sua chama por justiça.

Ele teve a sua recompensa.

Perpetuou o sentimento mágico.

Proclamou a sabedoria universal.

Antenou para o reversível momento da paz abençoada e proclamada nos discursos de justiça e ordem.

Do amor se fez carne. Procriou. Perpetuou.

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