A origem de Deus!

Quando nos indagamos sobre o que faz os seres humanos diferentes de todas as outras espécies animais que habitam o planeta, concluímos imediatamente que o fator da inteligência nos diferenciou. Poderíamos também analisar alguns aspectos anatômicos do corpo humano como os dedos, altamente desenvolvidos se for comparado com os melhores membros articuladores animais.
Mas um dia assistindo a uma aula de história, ainda no ensino fundamental, um professor meu levantou um questionamento intrigante: “a inteligência é uma doença que apenas os humanos contraíram”. Ora, mas uma doença que nos levou a evoluir estratosfericamente mais que nossos parentes seres-vivos? Aquilo martelou na minha cabeça durante anos, até agora por assim dizer, e estou escrevendo essas linhas para desenvolver uma linha de raciocínio sobre isso.
É bem certo que ao assistir o filme de Stanley Kubrick, “2001 uma odisseia no espaço”, me questionei mais e mais sobre o surgimento da inteligência, no filme, abstrativamente mostrada com a pedra fundamental dentro do território dos primatas.
E o desenvolvimento foi realmente bom para o que somos hoje? Se não houvesse a inteligência sobreviveríamos aos nossos predadores naturais? Cultuaríamos um Deus? 
É aí que pretendo chegar, pois Ele nasceu com o advento da danada da inteligência, ela nos fez sentir por dentro, que não estaríamos sós nesse mundo. O pensamento da vida eterna, e o surgimento da origem de Deus, é o maior consolo que os humanos obtiveram e inventaram.
Nenhum outro animal pensa na morte, eles agem por instinto, aconteceu e eles interpretam… Eles não passam uma vida inteira refletindo sobre a origem das coisas. Esses humanos que passam a vida inteira deste modo, acabam se transformando nos profetas que são cultuado nos quatro cantos do mundo. Uns, falsos profetas, mas fundamentalmente, profetas. 
Dizem que os golfinhos são tão inteligentes como nós, mas não possuem membros articulados e uma anatomia tão perfeita quanto a nossa. E ainda digo que no território das águas existem coisas que seria impossível para nós, tão inteligentes, supor!
Não seria lá a casa de Deus? Ao invés do céu, a água? Sim, poderia perfeitamente. Mas essa origem acredito estar distante de uma definição exata. Krishna, Maomé, Buda, Cristo, Cron, Moysés, e tantos outros que se destacaram em tempos remotos, defenderam as suas teorias e seus livros sagrados estão por aí, sendo lidos e interpretados nos templos que foram erguidos para eles.
Deus está na pedra dos seus templos de adoração, está no ar, mas também está nos canais de televisão, na internet, em qualquer forma de divulgação da fé, seja cibernética ou não, que se possa ser explorado.
Continuo acreditando na perpetuação da consciência como explicação para Deus, mas não sou profeta, talvez um profano! 
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2 comentários

  1. Profanos todos nós somos, à exceção dos religiosos: padres, freiras, pastores, etc…, no sentido vulgar da palavra. Profano é o que não é sagrado. Mas tenha a certeza que há algo de sagrado em nós, pois somos o Templo que Deus habita, e Ele é Onipotente, Onipresente e Onisciente, portanto, tudo pode, está em todo tempo e lugar e tudo sabe.
    Mainha.

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