Nuvens de ancestralidade

Foto por Pixabay em Pexels.com

Um reparo para a minha combalida mente, de todos os meus infortúnios, da ancestralidade de todos os pensamentos.

Um dia eu estive perto da bonança, mas rumei para o infinito distante, e não encontrei mais a paz.

Como atenuante mistério, a minha fé se fez presente em todos os pensamentos, divinos e abençoados.

Encontrei facilidade para refletir dentro de minhas convicções, e encontrei a paz dentro de um corredor sem fim, no túnel da pós-depressão.

Por enquanto apenas me senti fielmente reintegrado na firme conduta de um temperamento reiteradas vezes complacente para mim.

Vou caminhando sem preocupação com o fim da estrada, ela me reserva boas surpresas.

Sereno e dentro de um fio condutor de esperança, aguardo o fim, como se fosse os últimos momentos de uma vida cheia de conturbadas possibilidades.

E encontrei apenas uma que me caiu corretamente como uma saída.

A segurei…

Não tive arrependimentos.

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