O palco negro

Foto por Monica Silvestre em Pexels.com

Demais da conta, como um ruído e sopro de dentro do meu íntimo, meu pulsante coração cheio de resquício de um tempo negro.

Agora dou coro à minha imensidão.

Quero flutuar nestes inóspitos locais.

Dar o melhor de mim em todos os sentidos, quero saborear o futuro como um sorvete, não a ferida e o pus do mundo.

Adiante nobres companheiros, vocês chegarão a um lugar nobre.

Silenciosamente vou indo de encontro ao retumbante mar de náuseas, as minhas já vomitadas neste demoníaco palco.

E me refiro ao palco da vida.

Tão negro como suas relíquias.

E se soarem tão retumbantes como agora, vou vivenciar outras paragens, pois quero a minha vida roubada de volta.

Trangam minha vida, por favor?

E lutarei atér a minha última respiração, pela liberdade de um dia ter sido tão anestesiado pelo ópio divino.

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