As representações divinas

Foto por Alex Andrews em Pexels.com

Vou atribuir os meus pensamentos ao falso manifesto do desproporcional dilema do afirmativo.

E se afirmo mais e mais vezes que os revezes do dissociado estão alterando os meus pensamentos, diria que os atributos são desqualificados.

Quero possuir um lampejo de consciência, quero não ter mais que sofrer.

Não posso pormenorizar as minhas atribuições ao desejo não consumado da metafórica vida.

Vou cada vez mais despencando no meu critério de avaliação sobre os meus pormenores.

E eles serviriam para caracterizar as minhas paixões, os meus medos, as minhas categóricas distribuições de energia da vida.

Viver tão plenamente como a natureza divina, é saber distribuir as emoções por todos os cantos da protuberante alegria que se esconde por trás de uma névoa.

Vou aqui afirmar que tenho nostalgia dos meus sentimentos próprios.

Os verdadeiros sentimentos.

Queria ser só alegria, mas hoje sou dissabor.

E isso é por demais elementar.

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