O outono

Foto por Tobias Bju00f8rkli em Pexels.com

Poderia começar a colher os frutos que advém da verdade, se sinto as energias em sintonias de impurezas.

As verdades absolutas estão muito claras para mim, eu possuo a clarividência de alguém que sabe bem onde encontrar os desdobramentos fortuitos.

E que os reveses fiquem do lado oposto ao meu caminhar.

Gosto demais das condolências que me foram dadas, os infiéis perpetuaram a minha subjetividade perante os fortes alicerces do sensorial destino.

Vamos nos comportar, quero demais pegar o meu companheiro para passear.

E prosear, por entre verdejantes caminhos, neste clima setentrional.

O objeto do desejo não pode mascarar as denúncias sobre o meu destino.

Quero percorrer mais vezes esse caminho de trevas…

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