A segunda chance

Foto por Elianne Dipp em Pexels.com

Disfarço e saio pela tangente, sempre me pego resolvendo pequenos problemas na minha cabeça um tanto conturbada.

Meu grau de ansiedade, condizente com os questionáveis sentimentos, levam a minha culpa a repensar se teria podido fazer diferente.

Vou sincronizando exaustivamente os meus dizeres, para que ao final tudo fique alinhado com a desgraçada manifestaçã de afirmação.

Pessoal.

Inadvertida.

Olho para o crepúsculo e observo como deveria ser uma retomada de forma visceral, e respeito os que não consigam.

Aqui sou apenas o soberano.

Sou de se fazer inveja.

Que minha ansiedade não atrapalhe daqui para frente, entou pautado em rigorosa vigilância.

Preciso de uma segunda chance, sempre.

E utilizo ela para tudo na minha vida, quando a recebo, evidentemente.

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